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Como mudar comportamentos improdutivos?

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Boa parte de nossas ações diárias não é consciente – não pensamos sobre elas antes de executá-las. São simplesmente hábitos que desenvolvemos na tentativa de automatizar nossa rotina e exigir menos esforço do nosso cérebro. A ciência mostra que os hábitos são compostos pela tríade gatilho-rotina-recompensa. O gatilho é como se fosse a mensagem que mostra ao cérebro qual o tipo de comportamento (rotina) devemos adotar frente a cada situação, seja ele físico ou emocional. Já a recompensa é a bonificação que demonstra ao cérebro que aquele comportamento foi bem-sucedido.

No entanto, nem todos os comportamentos e hábitos são benéficos ou saudáveis. Alguns podem ser até bastante prejudiciais, tanto na vida pessoal quanto profissional, como chegar sempre atrasado ao trabalho, ser extremamente desorganizado, não manter uma rotina de exercícios físicos ou reagir de forma agressiva quando alguém pergunta como vai a vida. São comportamentos improdutivos, na medida em que impedem a pessoa de melhorar a sua produtividade e eficiência em vários âmbitos.

A boa notícia é que, embora sejam reações automáticas, os comportamentos podem ser modificados. É claro que, como ocorre em qualquer processo de mudança, o início será difícil e cansativo. Metaforicamente, a alteração de comportamento é como uma mudança de casa. Você decide se mudar para um espaço maior e mais confortável. Busca o imóvel ideal, negocia o valor, assina o contrato. Quando começa efetivamente o processo da mudança, percebe como é trabalhoso separar todos os bens, encaixotar, organizar e transportar. Pensa até em desistir e ficar onde está mesmo. Mas aí lembra dos benefícios potenciais que terá com o novo lar e decide seguir adiante! Carrega as caixas, desembala os pertences e coloca cada coisa em seu novo lugar.

Com os nossos comportamentos, o processo é semelhante: primeiro é preciso admitir que tem um hábito improdutivo que precisa ser modificado, identificar o que é preciso mudar e por quê. Analise seu passado, veja quais prejuízos esse hábito lhe trouxe. É muito importante aprendermos com nossos próprios erros. Depois, defina qual seria o comportamento ideal e as maneiras de desenvolvê-lo. Por exemplo, se você é desorganizado, precisa definir maneiras de manter a organização: guardar um objeto assim que termina de usá-lo; utilizar agenda ou aplicativos para registrar seus compromissos e tarefas; estipular os locais adequados para guardar papéis, evitando que fiquem em cima dos móveis; desfazer-se de coisas que não usa mais e que ajudam a entulhar a casa ou de arquivos que entopem o seu computador são algumas das possibilidades.

Como no exemplo da casa, isso requer força de vontade e perseverança. Os primeiros passos serão difíceis, mas, aos poucos, o novo hábito se tornará automático. E, percebendo os primeiros benefícios, você terá ainda mais vontade de consolidar o novo hábito.Voltando à história da organização: mantendo tudo organizado, perde-se menos tempo procurando objetos ou materiais de trabalho e este tempo pode ser usado para produzir mais no emprego ou para aproveitar mais a família. Uma recompensa e tanto, hein?!

Se você sentir muita dificuldade em mudar, pense em procurar ajuda. Há profissionais capacitados para conduzir este tipo de transformação. Aqui na ProPAT, já ajudamos muita gente e podemos auxiliar você também!

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